sábado, 9 de maio de 2015

Facebook Messenger libera recurso de videochamada no Brasil

Os brasileiros já podem começar a aproveitar o recurso de videochamadas do Facebook Messenger. A ferramenta foi liberada na madrugada desta quinta-feira, 7, no Brasil e está disponível para usuários de Android e iOS.

O Brasil está na segunda leva de países contemplados com o serviço. Ele foi lançado em 27 de abril inicialmente apenas em 18 países (Bélgica, Canadá, Croácia, Dinamarca, França, Grécia, Irlanda, Laos, Lituânia, México, Nigéria, Noruega, Omã, Polônia, Portugal, Reino Unido, os EUA e Uruguai).

O Facebook introduziu pela primeira vez o suporte a chamadas de vídeo na versão do site para PCs em parceria com o Skype em 2011, mas somente agora conta com uma estrutura totalmente desenvolvida pela rede social.

O Messenger vai ajustar a qualidade da chamada automaticamente, de acordo com o nível da conexão do usuário. Caso o sinal esteja muito ruim, o app notificará quem realiza as chamadas que o vídeo não vai funcionar bem. Será possível ainda 'desligar um dos lados' da conversa para garantir que o outro seja exibido com mais qualidade.

Por enquanto, só é possível realizar chamadas individuais e apenas para pessoas que estejam usando o mesmo tipo de dispositivo (smartphones não realizam chamadas para desktops).

As chamadas de vídeo não serão cobradas, mas podem custar dados do usuário caso as realize em locais sem conexão Wi-Fi. Ou seja: se você usar o 3G ou 4G para fazer uma videochamada, os dados serão descontados da sua franquia.

Fonte: Olhar Digital

Estudo: O seu Facebook inclui publicações com opiniões diferentes da sua?

Estudo conclui que a escolha individual é mais importante do que o algoritmo do site na hora de limitar a exposição a conteúdos que desagradariam o utilizador.

Sabe porque é que nem todas as atualizações de amigos ou páginas com ‘gosto’ aparecem no seu mural de Facebook? A escolha parte de um algoritmo que decide quais as publicações a aparecer com base as preferências e ideologias do utilizador, mas não só.

Segundo um estudo publicado na revista "Science" por três investigadores da Universidade de Michigan, funcionários do Facebook, é o próprio utilizador que seleciona, a partir das suas interações, os conteúdos que aparecem na rede social.

Caso o conteúdo do seu mural tivesse apenas por base as páginas ou publicações de amigos, o Facebook passaria a representar uma "bolha" ideológica em que dificilmente alguém seria exposto a opiniões diferentes da sua.

No ano passado, este estudo analisou mais de 10 milhões de perfis, o viés ideológico e a preferência política de cada um, assim como as notícias partilhadas por eles, e cruzou com a informação de quais conteúdos apareceram na timeline.

Concluiu-se que o algoritmo do Facebook é responsável por uma mudança de 1% na proporção de publicações que desafiariam as crenças dos usuários. Já as escolhas pessoais produzem uma mudança 4%.
Fonte: Notícias ao Minuto