terça-feira, 24 de abril de 2018

10 coisas que os headhunters querem ver no seu perfil do LinkedIn

A ideia é facilitar o uso da ferramenta de uma forma estratégica para o profissional, desmistificando um pouco o processo de prospecção

Muitos profissionais, que utilizam o LinkedIn como ferramenta para relacionamento e exposição de suas conquistas profissionais, gostariam de saber um pouco mais sobre como ficar em evidências para os headhunters. Como essa é uma rede social com um propósito único e bem definido, além de não permitir uma postura informal, é desafiador lidar com ela.

O LinkedIn surgiu com um único propósito: conectar profissionais. Deve-se sempre ter em mente que essa rede social é focada no ambiente corporativo e o profissional deve evitar, desde o início, qualquer tipo de menção a sua vida pessoal. É importante construir um perfil mais atrativo, aumentar a rede de contatos com base em escolhas assertivas, interativas e com impacto pretendido.

Justamente por isso, resolvi citar aqui algumas dicas do que os headhunters querem, ou não, ver no perfil de LinkedIn. A ideia é facilitar o uso da ferramenta de uma forma estratégica para o profissional, desmistificando um pouco o processo de Hunting, e também contribuindo para processos de recolocação.

Conteúdo - é importante compartilhar conteúdo interessante, de sua própria autoria, porém busque publicar textos que realmente revelem seu conhecimento profissional. Se atenha a sua área de atuação de maneira a não cometer gafes falando do que realmente não entende a fundo. Outro aspecto do conteúdo é a coerência entre postagens. Falar “de tudo” é bom em rodas de amigos, mas no âmbito profissional, superficialidade em vários assuntos não é o ideal.

Português – pode parecer óbvio, mas erros de português, jargões, expressões idiomáticas, são problemas recorrentes. Para transmitir confiança é bom ter o domínio da língua formal. Essa é uma plataforma de uso profissional, não há espaço para agir de forma descuidada e cometer erros básicos da sua língua.

Informações cadastrais – mantenha todos os seus dados sempre atualizados, com e-mail e telefone pessoais. É comum encontrar dados de contato como telefone e e-mail corporativos que se usava em sua última atuação. Isso não é bom, pois ao sair da empresa você fica incomunicável. O perfil do LinkedIn deve ser uma cópia do seu currículo, por isso é preciso mantê-lo legível, não poluído, com informações condizentes.

Experiência detalhada – procure sempre descrever as atividades e projetos que realizou nas empresas em que trabalhou. Mais importante que o tempo de trabalho são as conquistas que você realizou na organização, e que destacam sua expertise de mercado.

Conheça seus contatos – não saia adicionando todo mundo só para ter uma vasta lista de pessoas ligadas a você. Essa não é uma rede social de popularidade. É importante estar conectado a quem realmente se conhece ou compartilha interesses comuns no âmbito profissional.

Não saia atirando para todos os lados – não se candidate a vagas que não são do seu perfil.  Quando um headhunter procura um profissional, ele chega a receber 5 mil currículos para uma única posição, em média. Porém nem 10% deles corresponde às especificações da vaga. As pessoas ficam desesperadas em se recolocar que enviam currículo para qualquer vaga, e isso não só atrapalha como prejudica o seu perfil. Procure ver se o perfil da vaga não te exclui com coisas simples como nível de inglês, região de moradia, etc. Só se apresente como opção para aquilo que realmente está de acordo com quem você é.

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Instagram: relembre as maiores mudanças da rede social de foto

Plataforma foi lançada em 2010 e desde então ganhou vídeos mais longos, filtros novos e o querido Stories

O Instagram é uma das redes sociais mais populares do mundo. Com o objetivo principal de compartilhar imagens, ver fotos e vídeos de amigos, a plataforma atualmente se destaca também pelo Stories, transmissões ao vivo e mensagens diretas. No entanto, o uso do aplicativo era restrito no início: disponível só para iPhone (iOS) e com quatro opções de filtros para a edição.
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Facebook refina regras e permite apelação de conteúdo removido

Com promessa de melhorar, o Facebook anuncia hoje mudanças em seus padrões da comunidade e permite pedidos de revisão de remoção de conteúdo da rede social

Em meio a promessas de melhorar, o Facebook anuncia hoje mudanças importantes relacionadas aos padrões da comunidade, que regem o que pode e não pode ser compartilhado na rede social.

Outra novidade será a possibilidade de que usuários “apelem” sobre decisões de remoção de conteúdo compartilhado por eles.

Para isso, o Facebook está atualizando os seus padrões da comunidade (que você pode consultar nesta página). Mais importante, pela primeira vez, a rede social compartilhará com seus usuários os materiais que servem como diretrizes internas para a análise do que será retirado do ar e do que ficará.

“As nossas políticas de uso não estão mudando. A forma como fazemos escolhas e os limites traçados sobre o que é permitido não sofreram qualquer mudança”, disse em entrevista a EXAME Monica Bickert, vice-presidente de gestão global de produtos do Facebook.

Um dos pontos mais importantes dessa mudança é o aumento na transparência entre a plataforma e seus usuários. “Estaremos fazendo melhor graças à clareza do que pode ser feito ou não. Temos de mostrar com transparência o que é discurso de ódio e o que não é, por exemplo”, afirma Bickert.

As mudanças refletem um ponto que foi bastante discutido durante as audiências de Mark Zuckerberg, CEO e cofundador do Facebook, no Congresso americano. Senadores, como o republicano Ted Cruz, questionaram o executivo se o Facebook tomava lado em discussões, principalmente na remoção de conteúdo e na suspensão de páginas.

O Facebook foi pelo melhor caminho para evitar esse tipo de polêmica: a transparência. Agora, usuários poderão consultar um material mais detalhado para entender se determinado material é vetado da rede ou não. Isso será feito graças a exemplos que servirão para ilustrar situações e conteúdos que infrinjam ou não as normas.

“Ao mesmo tempo, esse anúncio é sobre dar satisfação aos usuários. Em muitos casos, as pessoas não entendem se o material era permitido ou não”, diz Monica Bickert.

Apelação
É assim que chegamos a outro aspecto importante do anúncio de hoje. Pela primeira vez, o Facebook permite que usuários apelem de decisões que retiraram um conteúdo do ar. Antes, essa era uma prerrogativa para casos de suspensão de perfis, páginas ou grupos.

Usuários poderão pedir revisão de conteúdo removido por violar regras de nudez ou atividade sexual, discurso de ódio e violência. O pedido de recurso será analisado em, no máximo, 24 horas. Caso a remoção tenha sido indevida, o conteúdo volta ao ar.

Para melhorar esse trabalho manual de revisão, o Facebook anuncia que está expandindo o número de empregados nessa área. Até o final do ano, serão 7.500 revisores de conteúdo, um número 40% superior ao do ano passado.

Fonte: EXAME

domingo, 1 de abril de 2018

Canal no YouTube para você aprender Inglês!

Você sabe que eu sempre dou dicas superimportantes aqui no meu blog, né? Hoje quero indicar um canal no YouTube que estreou há pouco tempo na plataforma e está chamando atenção! É o "My Turn To Learn English" que dá várias dicas de Inglês. Vou te mostrar esse vídeo da Juliana que é a superprofessora de Inglês responsável pelo canal. Enjoy it! Clique aqui e inscreva-se no canal no YouTube para receber as novidades!