Mercado de Influenciadores aquece em meio ao coronavírus

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Ainda que seja difícil traçar uma comparação com períodos de outras epidemias, pois o mercado de marketing de influência é relativamente novo – como lembra Felipe Oliva, CSO da Squid -, a empresa especializada em marketing de influência notou um aumento de 24% na taxa de engajamento dos criadores de conteúdo e 27% no alcance do Stories, do Instagram, desde que a Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou a Covid-19 como pandemia, no último dia 11.
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Os segmentos mais interessados em associar-se a influenciadores no momento são os de limpeza, higiene pessoal, alimentos, bebidas, aplicativos de delivery e e-commerces ou empresas de varejo que oferecem compra online, como supermercados.
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“Os creators têm abusado da criatividade para elaborar conteúdos que ajudem as pessoas nessa fase de afastamento social. Também temos influenciadores ensinando idiomas, outros ajudando os pais a entreterem os filhos, com cantigas, contação de histórias e outras atividades”, diz Felipe Oliva, CSO da Squid.
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“Os influenciadores tem papel fundamental em dois aspectos: o de conscientização da população, principalmente a mais jovem, e, posteriormente, no entretenimento. Na primeira semana o consumo sobre coronavírus foi imenso. Agora, as pessoas estão se adaptando a passar tanto tempo sem convívio social, mas existe a necessidade da manutenção da sanidade mental, e os influenciadores são fundamentais nisso”, argumenta Fred Furtado, CEO da Tubelab.

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